A conta que quase ninguém fecha por completo
Custo para servir = (custo de pessoas + tecnologia + terceiros + retrabalho + escalonamento) ÷ clientes ativos no período. A maioria das empresas para no primeiro termo e conclui, erradamente, que o atendimento é barato.
Ficam de fora, com frequência, o tempo de áreas que não são de atendimento resolvendo pendências de clientes, o custo de reprocessar cobrança e faturamento, e o custo de contatos gerados por falhas em outras etapas da jornada.
Quando esses componentes entram, o custo por cliente costuma subir entre 30% e 60% em relação à leitura inicial — e a discussão deixa de ser sobre produtividade de agente e passa a ser sobre origem da demanda.
